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20/01/2018 - 05:24
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Apenas 1 deputado de MT votou por investigação de Temer, Parlamentares mato-grossenses acompanharam o voto da maioria dos companheiros da Casa, que re
Parlamentares mato-grossenses acompanharam o voto da maioria dos companheiros da Casa, que rejeitou ontem a denúncia contra Michel Temer

Foto: Reprodução/TV Câmara

Foto: Reprodução/TV Câmara

Adilton Sachetti e Carlos Bezerra, ambos com trajetória eleitoral iniciada em Rondonópolis, se limitaram a pronunciar apenas o “sim” na votação - Foto: Reprodução/TV Câmara

Adilton Sachetti (foto acima) e Carlos Bezerra (foto abaixo), ambos com trajetória eleitoral iniciada em Rondonópolis, se limitaram a pronunciar apenas o “sim” na votação – Foto: Reprodução/TV Câmara

Sete dos 8 deputados federais que compõem a bancada mato-grossense na Câmara Federal votaram pelo arquivamento da denúncia contra o presidente da República, Michel Temer, acusado de corrupção passiva no caso JBS, com base na delação do executivo do grupo, Joesley Batista. Os parlamentares mato-grossenses acompanharam o voto da maioria dos companheiros da Casa, que rejeitou ontem a denúncia contra Temer.
O único deputado de Mato Grosso que votou pela autorização para que o Supremo Tribunal Federal (STF) analise a acusação de corrupção passiva foi o deputado Ságuas Moraes (PT). Os demais deputados federais, Adilton Sachetti (PSB), Carlos Bezerra (PMDB), Ezequiel Fonseca (PP), Fábio Garcia (PSB), Nilson Leitão (PSDB), Rogério Silva (PMDB) e Victório Galli (PSC), votaram “sim” ao parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) contrário à admissibilidade da denúncia contra o presidente.
Entre os parlamentares mato-grossenses, Adilton Sachetti e Carlos Bezerra, ambos com trajetória eleitoral iniciada em Rondonópolis, se limitaram a pronunciar apenas a palavra “sim” na votação, sem fazer justificativas. Ezequiel Fonseca e Rogério Silva apontaram que seus votos “sim” são em prol das estabilidades econômica e política. De forma mais parcial, Nilson Leitão argumentou que seu voto levou em conta a economia, a responsabilidade e a geração de empregos no País. Já Victório Galli justificou o “sim” em nome do progresso e da liberdade religiosa.
Todos tiveram apenas 15 segundos para expressar o voto. Em sua justificativa, o deputado Ságuas externou que “meu voto é pela abertura do processo de investigação onde o presidente Michel Temer cometeu ato de corrupção iniciado nos porões do Palácio do Jaburu, na calada da noite, e concluído numa pizzaria em São Paulo. Meu voto é não. Fora Temer!”.
Na votação de ontem, o plenário seguiu o entendimento da Comissão de Constituição e Justiça, contrário à abertura de processo contra o presidente no STF, suspendendo o caso e que agora só poderá ser analisado pela Justiça quando Temer deixar o cargo. Ao todo, foram 263 votos “sim” ao arquivamento da denúncia, 227 “não” ao arquivamento, 19 ausências e 2 abstenções.

Repercussão local da votação

O vereador Thiago Muniz (PPS), que retornou ontem às atividades na Câmara Municipal após 60 dias de licença, viu com surpresa o posicionamento do deputado federal Adilton Sachetti (PSB), que votou pelo arquivamento do pedido de investigação contra o presidente Michel Temer (PMDB).

“Entre os que votaram, eu vi com surpresa foi o posicionamento do deputado Adilton, que sempre teve um discurso pela moralidade e defensor da coisa pública, e agora na primeira oportunidade vota favor de um presidente acusado de corrupção. Isso é um contrassenso”, alfinetou.




     

 
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